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Mais um dia no DPSP Global 2026, em Londres: tradição, inovação e a engenharia que sustenta a proteção

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Mais um dia no DPSP Global 2026, em Londres: tradição, inovação e a engenharia que sustenta a proteção

Mais um dia de imersão no DPSP Global 2026, em Londres, reforçando por que este evento segue sendo uma referência mundial para quem vive a realidade — e a responsabilidade — da proteção de sistemas elétricos. Entre sessões técnicas, conversas de corredor e troca de experiências com especialistas do mundo todo, uma coisa fica clara: a modernização da proteção só faz sentido quando vem acompanhada de evidência técnica, critérios bem definidos e validação consistente.


Um local que conecta legado e futuro: IET London – Savoy Place

O DPSP acontece no IET London: Savoy Place, um ambiente que por si só ajuda a contar a história da engenharia elétrica. Nas áreas internas do IET, tivemos contato com registros históricos que lembram o legado da área — como:

  • o totem das “100 ideias de engenharia que mudaram o mundo”, em um cenário que inspira o futuro da proteção;
  • a homenagem a Lord Kelvin, pioneiro da engenharia elétrica;
  • e a placa com a lista de Presidentes do “Institution of Electrical Engineers”, reforçando a tradição e a continuidade do setor.

Esse contexto não é apenas simbólico: ele reforça que a evolução tecnológica na proteção precisa manter os mesmos pilares que sempre sustentaram o setor — rigor, confiabilidade, rastreabilidade e boas práticas de engenharia.

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O que está no centro das discussões: modernização com segurança e evidência

No DPSP, o foco segue no que realmente move a modernização com segurança e evidência técnica:

  • Subestações Digitais: integração, interoperabilidade, engenharia orientada a dados e testes mais inteligentes.
  • WAMPACS: monitoramento e atuação em ampla área, exigindo atenção redobrada a sincronismo, latência e consistência das medições.
  • VPACs: controle de tensão e reativos em um sistema cada vez mais dinâmico, com necessidade de coordenação entre controle e proteção.
  • IBRs (Inverter-Based Resources): impactos diretos na performance do sistema e nos critérios de proteção, mudando premissas clássicas de curto-circuito, comportamento dinâmico e ajustes.

Em resumo: não é apenas “adotar tecnologia”, mas sim provar desempenho, reduzir incertezas e sustentar decisões com testes repetíveis e evidência técnica.


Link do evento

Evento: https://dpsp.theiet.org/2026-global


Se quiser, eu também posso:

  • criar uma versão curta (estilo newsroom) para publicar junto das fotos,
  • sugerir 3 títulos alternativos mais “SEO-friendly”, e
  • montar uma lista de tags de blog (com vírgulas e sem #) alinhada a “Subestações Digitais, WAMPACS, VPACs e IBRs”.

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