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Comparação de Performance entre IEDs Digital Twin e Dispositivos Físicos: Avaliação Através de Testes em Malha Fechada

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Comparação de Performance entre IEDs Digital Twin e Dispositivos Físicos: Avaliação Através de Testes em Malha Fechada

A digitalização do setor elétrico vem impulsionando o uso de tecnologias avançadas para aumentar a eficiência, reduzir custos e aprimorar os processos de comissionamento e operação de subestações. Entre essas inovações, destacam‑se os IEDs DigitalTwin, réplicas digitais em tempo real de dispositivos de proteção e controle. Essa tecnologia tem potencial para transformar o ciclo de vida dos sistemas, permitindo testes antecipados e validações mais precisas.

Entretanto, uma questão crucial se impõe:
os IEDs virtuais realmente apresentam o mesmo comportamento dos dispositivos físicos?
Antes de utilizá‑los como ferramenta confiável de validação, essa equivalência precisa ser comprovada tecnicamente — e é isso que o estudo apresentado no artigo busca analisar.


A Importância das Réplicas Digitais em Tempo Real

A adoção de Digital Twins em subestações digitais permite:

  • antecipar etapas de comissionamento;
  • testar ajustes e lógicas de proteção antes da energização;
  • validar configurações de forma remota;
  • reduzir retrabalho e custos operacionais;
  • aumentar a segurança e a previsibilidade das operações.

Essa tecnologia proporciona uma camada adicional de confiabilidade, pois possibilita a simulação de cenários complexos que seriam inviáveis ou arriscados em campo.


Por Que Comparar DigitalTwin e IED Físico?

Apesar dos benefícios, ainda é essencial garantir que o comportamento dos IEDs virtuais seja fiel ao dos dispositivos físicos. Caso contrário:

  • ajustes validados virtualmente podem não se refletir no equipamento real;
  • lógicas podem apresentar discrepâncias;
  • falhas ocultas nos modelos digitais podem comprometer a proteção;
  • decisões baseadas no Digital Twin podem induzir erros operacionais.

Por isso, o artigo propõe uma análise lado a lado, utilizando testes em malha fechada (closed‑loop) para comparar a performance dos dois ambientes.


Metodologia: Testes em Malha Fechada

O estudo submete IEDs reais e suas réplicas digitais ao mesmo conjunto de cenários, permitindo uma comparação precisa da performance de ambos. O uso de testes em malha fechada garante:

  • estímulos idênticos enviados aos dispositivos;
  • captura simultânea das respostas;
  • análise temporal detalhada;
  • correlação entre operação virtual e física.

Esse formato proporciona resultados confiáveis sobre a fidelidade da réplica digital.


Resultados e Benefícios da Tecnologia

A comparação revela como as réplicas digitais podem:

  • antecipar ajustes, reduzindo tempo de comissionamento;
  • validar lógicas complexas sem necessidade de ambiente físico;
  • mitigar falhas antes da energização da subestação;
  • aumentar a disponibilidade da proteção e do controle;
  • integrar testes automatizados em projetos de larga escala.

Ao demonstrar a equivalência entre DigitalTwin e dispositivos reais, abre-se espaço para uma utilização mais ampla dessa tecnologia em processos de engenharia, operação e manutenção.


Impacto para o Futuro das Subestações Digitais

A implementação de IEDs DigitalTwin fortalece o ecossistema das subestações digitais e favorece a transição para ambientes totalmente virtualizados, alinhados às tendências de:

  • IEC 61850
  • automação avançada
  • comissionamento virtual
  • engenharia contínua
  • testes inteligentes e integrados

Com ferramentas mais inteligentes e processos mais seguros, o setor elétrico avança para um patamar de digitalização que melhora desempenho, disponibilidade e eficiência operacional.


Acesse o Artigo Completo

Para leitura detalhada dos cenários testados, metodologia aplicada e conclusões técnicas, acesse:

Comparação de Performance entre IEDs DigitalTwin e Dispositivos Físicos através de Testes em Malha Fechada

 

 

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