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Automação de Subestações: Fundamentos, Protocolos e Redes para Subestações Modernas (20h)

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Automação de Subestações: Fundamentos, Protocolos e Redes para Subestações Modernas (20h)

A automação de subestações evoluiu rapidamente nos últimos anos. O que antes era majoritariamente supervisão e comando passou a ser um ecossistema integrado de IEDs (Intelligent Electronic Devices), redes Ethernet de alta disponibilidade, sincronismo de tempo e protocolos digitais — com destaque para a IEC 61850. O resultado é um sistema mais confiável, rastreável, seguro e eficiente, capaz de reduzir tempos de recomposição, ampliar a visibilidade operacional e elevar o padrão de comissionamento e manutenção.

O curso Automação de Subestações (20 horas) da Conprove foi estruturado para conduzir o aluno do “pátio ao pacote Ethernet”, cobrindo desde os arranjos elétricos e equipamentos primários até arquitetura de comunicação, protocolos e diagnósticos em subestações digitais.

🔗 Acesse o curso:
https://www.eadconprove.com.br/protecao/48/automacao-de-subestacoes—ch-20-horas/

1) Conceitos de Subestações: Arranjos e Equipamentos Essenciais

O ponto de partida é entender a subestação “por dentro”: como ela é construída, quais arranjos são utilizados e por quê.

Principais arranjos

  • Barramento simples: simplicidade e custo menor, porém com menor flexibilidade operacional.
  • Barramento duplo: maior flexibilidade e manobras mais seguras.
  • Disjuntor e meio: alta confiabilidade e disponibilidade, muito comum em transmissão.

Equipamentos principais

O curso aborda os equipamentos que sustentam a operação e a confiabilidade do sistema, como:

  • Disjuntor e chave seccionadora
  • Transformador
  • Retificador e banco de baterias (base do sistema de CC)
  • Reatorbanco capacitor e gerador

Além disso, detalha transformadores de instrumento (TP e TC), a Merging Unit (MU) e transdutores (temperatura e outros), conectando o universo “eletromecânico” à digitalização.

2) Conceitos de Automação: Lógicas, Sinais e Comunicação

Automação de subestações não é apenas interligar equipamentos — é criar lógicas confiáveis, com consistência temporal e comunicação determinística.

O curso explora:

  • Conceitos de lógicas (intertravamentos, automatismos, permissivos, bloqueios)
  • Processamento digital de sinais (base para medições, eventos e funções digitais)
  • Teoria de redesmodelo OSI e camadas
  • Interfaces físicas e padrões de portas
  • Noções de TCP/IP, incluindo Ethernet frameTCP e UDP
  • Conceitos de LANWAN e Gateway

Também aprofunda a infraestrutura de comunicação típica de subestações:

  • Switchesroteadoresmodemsmultiplexadorestransceiversgateways, processadores de comunicação e rádios

3) Arquitetura Hierárquica do SAS: Níveis 0, 1, 2 e 3

Um sistema de automação de subestação (SAS) é organizado em níveis, e compreender essa hierarquia é essencial para projeto, comissionamento e diagnóstico:

  • Nível 0: equipamentos primários (pátio)
  • Nível 1: IEDs, medidores, controladores de bay e interfaces de aquisição
  • Nível 2: supervisão, servidores, gateways e integração operacional
  • Nível 3: centros, integração corporativa e camadas superiores

Essa visão ajuda a projetar e isolar falhas, além de orientar decisões de arquitetura.

4) Sincronismo de Tempo: A Base para Eventos Confiáveis

Em subestações digitais, tempo é requisito de engenharia. O curso trata sincronização e carimbo de eventos com:

  • GPS
  • IRIG‑B
  • NTP
  • PTP (Precision Time Protocol)

Esse tema é crítico para sequência de eventos (SOE), correlação de oscilografias, análise de falhas e validação de desempenho em redes IEC 61850.

5) Protocolos e Padrões: MODBUS, DNP3 e IEC 61850

O curso consolida os protocolos mais usados no setor:

MODBUS

  • Comparação entre MODBUS RTU e MODBUS TCP

DNP3

  • Diferenças entre DNP3 serial e DNP3 LAN/WAN

IEC 61850

A norma central das subestações digitais, com:

  • Organização da informação (Physical Device, Logical Device, Logical Node)
  • Arquivos SCL (engenharia e interoperabilidade)
  • Protocolos MMSGOOSE e SV (Sampled Values)
  • Ferramentas de diagnóstico para validação e troubleshooting

6) Casos e Exemplos: Do Projeto à Alta Disponibilidade

A parte aplicada inclui:

  • Exemplos de arquiteturas de comunicação e comparação entre topologias
  • Exemplos de controle local e automatismos
  • Documentação de projeto (diagrama lógico e lista de pontos)

E entra forte em disponibilidade e modernização de rede:

  • RSTP (Rapid Spanning Tree Protocol)
  • PRP (Parallel Redundancy Protocol)
  • SDN (Software‑Defined Networking)
  • Segurança cibernética
  • Coleta automática de oscilografia

Além de abordar a perspectiva das equipes:

  • Engenharia: monitoramento de equipamentos
  • Manutenção: monitoramento da rede de comunicação
  • Automação: certificações IEC 61850, wireless, introdução ao Smart Grid e medição fasorial

Conclusão: Automação que Sustenta Confiabilidade

Automação de subestações é uma combinação de engenharia elétrica + redes + protocolos + tempo + segurança. Ter domínio desses temas reduz risco, acelera comissionamentos, melhora diagnósticos e aumenta a disponibilidade do sistema. O curso da Conprove foi desenhado para formar uma visão sólida e aplicável — com teoria e exemplos práticos.

✅ Curso Automação de Subestações (20h):
https://www.eadconprove.com.br/protecao/48/automacao-de-subestacoes—ch-20-horas/

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