Em sistemas industriais, rede não é “TI” — é parte do processo. É ela que conecta sensores, CLPs, IHMs, supervisórios, acionamentos, medidores e, em muitos casos, até a camada corporativa. Quando a comunicação falha, o efeito é imediato: paradas, perda de rastreabilidade, leituras inconsistentes, alarmes falsos e tempo de manutenção explodindo.
O curso Redes Industriais (15 horas) da Conprove foi pensado para quem precisa ir além do básico e dominar a visão completa: arquitetura + meios físicos + protocolos + análise de tráfego, com prática real usando Wireshark.
🔗 Acesse o curso:
https://www.eadconprove.com.br/protecao/47/redes-industriais-ch-15horas/
1) Estrutura das redes nos sistemas industriais: o “mapa” antes do cabo
Um erro comum é começar pela tecnologia (cabo, switch, protocolo) sem entender a estrutura. O curso começa do jeito certo, explicando a separação típica em:
- Redes corporativas: sistemas de gestão, ERP, BI, integrações corporativas.
- Redes administrativas/produção: servidores, historiadores, SCADA/MES e serviços de planta.
- Redes do processo: onde a automação acontece (instrumentação, controladores, IEDs, dispositivos de campo).
A partir disso, você entende como conectar essas redes com segurança e previsibilidade, evitando que o tráfego “de escritório” impacte a camada crítica do processo.
2) Hardware e software nas redes de processo: o que funciona (e o que dá problema)
Redes industriais vivem em ambientes severos: ruído eletromagnético, longas distâncias, vibração, temperatura e necessidade de alta disponibilidade. Por isso, o curso aprofunda:
Meios de transmissão
- Par trançado
- Cabo coaxial
- Fibra óptica
- Rádio frequência
Interfaces e conexões
- RS‑232
- RS‑485
- RS‑422
- Ethernet
E, principalmente, como isso se conecta com a instrumentação na rede (sensores e dispositivos de medição), destacando critérios práticos como alcance, imunidade a ruído, velocidade, topologia e custo.
3) Tipos de redes industriais: OSI/TCP‑IP e os protocolos que mandam no chão de fábrica
A base para entender qualquer rede é saber como os dados se organizam. Por isso, o curso trabalha:
- Modelo OSI e TCP/IP (para enxergar a comunicação “em camadas”)
- Comparativo técnico e prático entre:
- Profibus
- Fieldbus
- Modbus
- Ethernet (industrial)
- Discussão de vantagens x desvantagens por aplicação
Além disso, traz uma visão de tecnologias e padrões que aparecem cada vez mais em projetos modernos:
- Introdução ao ZigBee
- AS‑Interface (AS‑i)
- Introdução à IEC 61850 (cada vez mais presente em sistemas críticos e subestações digitais)
4) Wireshark: quando o diagnóstico vira “prova” e não opinião
Um diferencial do curso é ensinar o uso do Wireshark para análise de tráfego. Na prática, isso significa sair do “achismo” e ir para evidência:
- Captura de pacotes
- Identificação de padrões e anomalias
- Diagnóstico de falhas de comunicação
- Verificação de comportamento de protocolos
- Apoio à manutenção e troubleshooting em campo
Essa habilidade é uma virada de chave para profissionais de automação, manutenção e comissionamento.
5) Exercícios práticos: aprendizado que vira execução
Além da teoria, o curso inclui exercícios práticos para consolidar os conceitos e acelerar performance na rotina:
- análise de tráfego real
- interpretação de problemas típicos
- entendimento do comportamento de protocolos em diferentes cenários
Conclusão: redes industriais bem projetadas reduzem falhas e aumentam produtividade
Dominar redes industriais é dominar continuidade operacional. Quando você entende arquitetura, meios físicos, protocolos e análise de tráfego, você reduz tempo de parada, toma decisões melhores de projeto e resolve problemas com muito mais velocidade.
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